Israel diz ter matado comandante da Jihad Islâmica Palestina no Líbano

  • 02/03/2026
(Foto: Reprodução)
Abu Hamza Departamento de Justiça dos EUA O exército de Israel disse através de redes sociais nesta segunda-feira (2) ter matado um comandante da Jihad Islâmica Palestina no Líbano. Segundo as Forças de Israel, Abu Hamza Rami ocupava havia anos um dos principais postos do grupo terrorista e foi responsável por centenas de ataques contra o território israelense no período. "Abu Hamza Rami realizou centenas de ataques contra soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF) e civis israelenses. Ele também recrutava e treinava militantes e ajudava a conseguir armas" ", publicou o exército de Israel. "Durante a Operação Northern Arrows, coordenou a movimentação de integrantes da Jihad Islâmica Palestina na fronteira entre Síria e Líbano e as ações deles contra tropas israelenses no sul do Líbano. A morte dele enfraquece de forma significativa a capacidade do grupo de realizar ataques contra Israel" diz o comunicado. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: ACOMPANHE a cobertura sobre o conflito em tempo real Israel anuncia novos ataques contra Teerã e emite alertas de evacuação Outros ataques nesta segunda-feira Israel informou que iniciou uma nova onda de ataques contra Teerã, a capital do Irã, por volta das 18h30 desta segunda-feira (2) em Brasília, madrugada de terça-feira no horário local. De acordo com comunicado emitido pelo Exército israelense, o alvo dos bombardeios realizados é o complexo da emissora estatal iraniana, IRIB. Mais cedo, um alerta de evacuação para o entorno do local havia sido enviado aos moradores da região. O ataque foi confirmado pela mídia iraniana, que noticiou que ao menos duas explosões foram ouvidas nas proximidades da sede da emissora. Além de Teerã, o Exército israelense também ordenou a evacuação de moradores de um subúrbio ao sul de Beirute, a capital do Líbano. Colunas de fumaça sobem após explosões registradas em Teerã, em 1º de março de 2026. Atta Kenare/AFP Ameaças da Guarda Revolucionária do Irã Durante esta segunda, a Guarda Revolucionária do Irã fez várias ameaças aos inimigos. Confirmou que o Estreito de Ormuz está fechado e que incendiará qualquer navio que tentar passar pelo local, informou a mídia iraniana. O comunicado, feito em nome do comandante da Guarda Revolucionária do país na mídia estatal, foi o aviso mais explícito do Irã desde que comunicou aos navios, no sábado (28), o fechamento da rota. A medida é uma retaliação pela morte do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei. "O estreito (de Ormuz) está fechado. Se alguém tentar passar, os heróis da Guarda Revolucionária e da Marinha regular incendiarão esses navios", disse Ebrahim Jabari, um dos principais assessores do comandante. Bloqueio de Ormuz pode levar barril de petróleo a US$ 100 O Estreito de Ormuz é uma das rotas mais importantes do mundo para a exportação de petróleo, o, conectando os maiores produtores de petróleo do Golfo, como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos, com o Golfo de Omã e o Mar Arábico. Seu fechamento ameaça interromper um quinto do fluxo global do produto e elevar drasticamente os preços do petróleo bruto. Mais cedo, a Guarda Revolucionária iraniana fez um ataque com drones a um petroleiro que passava pelo estreito. Fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters confirmaram o anúncio feito pelos militares e informaram o nome da embarcação atingida: Athen Nova. Estreito de Ormuz Arte/g1 Antes do fechamento do estreito, a força militar iraniana já havia feito ameaças. A unidade de elite do Corpo da Guarda Revolucionária afirmou que os "inimigos que mataram" o antigo líder supremo do Irã Ali Khamenei não estarão seguros "nem mesmo em casa". A ameaça foi vinculada pela mídia estatal iraniana, pouco depois do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantir que está confiante na vitória do país em sua ofensiva contra Teerã em discurso em Washington. "Não descansaremos até que o inimigo seja derrotado. Não estarão mais a salvo em nenhum lugar do mundo, nem mesmo em seus próprios lares", afirma comunicado. Em um post no X, também nesta segunda, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, pediu que os Estados Unidos e Israel sejam responsabilizados por ataques realizados contra uma escola e um hospital iranianos. Os bombardeios citados por Pezeshkian foram contra uma escola de meninas no sul do país, que deixou 168 mortos no sábado (28), e contra um hospital de Teerã, a capital do país, no domingo (1º). Nem os EUA nem Israel, no entanto, confirmam ser responsáveis por ambos. "Um ataque a um hospital é um ataque à vida, e um ataque a uma escola é um ataque ao futuro de uma nação. Atacar pacientes e crianças é uma clara violação de todos os princípios humanitários e o mundo deve condená-lo. Manifesto minha solidariedade à nação enlutada; a República Islâmica do Irã não se calará nem se renderá diante de tais crimes", escreveu o presidente iraniano. Estreito de Ormuz: guerra no Oriente Médio coloca em risco rota vital do petróleo mundial; conheça

FONTE: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/03/02/israel-diz-ter-matado-comandante-da-jihad-islamica-palestina-no-libano.ghtml


#Compartilhe

Aplicativos


Locutor no Ar

Peça Sua Música

No momento todos os nossos apresentadores estão offline, tente novamente mais tarde, obrigado!

Top 5

top1
1. Don't Let Me Down

The Beatles

top2
2. Epitaph

King Crimson

top3
3. Feeling Good

Nina Simone

top4
4. Somebody To Love

Queen

top5
5. Lady Laura

Roberto Carlos

Anunciantes