Jamil Name Filho é absolvido de acusação de planejar atentados contra autoridades da Operação Omertà

  • 30/04/2026
(Foto: Reprodução)
Jamil Name Filho durante julgamento em 2023. Gustavo Arakaki/TV Morena O juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, absolveu o empresário Jamil Name Filho da acusação de obstrução de Justiça. Também foram absolvidos Cinthya Name Belli, prima de Jamilzinho; Marcelo Rios, ex-guarda civil metropolitano já condenado em outros processos ligados à Operação Omertà; e Vladenilson Daniel, que também tem condenações relacionadas ao caso. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O grupo havia sido denunciado por supostamente planejar atentados contra autoridades envolvidas na Operação Omertà. Vídeos em alta no g1 A defesa informou que não vai se manifestar publicamente porque o processo corre em segredo de Justiça. Suposto plano encontrado em presídio O Ministério Público Estadual baseou a denúncia em um suposto plano para matar um promotor de Justiça e um delegado que atuaram nas investigações contra o grupo em Mato Grosso do Sul. Segundo a acusação, o material foi encontrado em um pedaço de papel higiênico dentro de uma cela do presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. O documento teria sido localizado por agentes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), em celas do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) ocupadas por Jamil Name e seu filho, Jamil Name Filho. Os dois são acusados de chefiar um grupo ligado ao jogo do bicho no estado. LEIA TAMBÉM: Plano de milícia para matar promotor e delegado de MS é encontrado em papel higiênico de presídio federal Operação e investigação O papel com as anotações foi encontrado em fevereiro e levou à segunda fase da Operação Omertà, em março de 2020. Na ocasião, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em cidades de Mato Grosso do Sul e também em João Pessoa, na Paraíba. As anotações citavam a Operação Omertà e traziam a ordem de matar um delegado da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras) e um promotor do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que atuaram nas investigações que prenderam a cúpula do grupo em 2019. Também havia ordens para que dois advogados fossem responsáveis por repassar a determinação dos atentados a dois integrantes do grupo. Outro trecho indicava que “Jamil” determinava que “Marcelo”, identificado como Marcelo Rios, assumisse as acusações para proteger ele e o pai. No texto, também era mencionada uma recompensa de R$ 100 mil. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

FONTE: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2026/04/30/jamil-name-filho-e-absolvido-de-acusacao-de-planejar-atentados-contra-autoridades-da-operacao-omerta.ghtml


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